Sacerdote francês degolado era um homem bondoso que não queria se afastar do serviço a Deus!

† Pax Christi!

Clérigo francês degolado era um servidor de Jesus Cristo que não queria se “aposentar”

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O padre Jacques Hamel celebra uma missa na igreja de Saint-Etienne-du-Rouvray

O sacerdote francês Jacques Hamel, 86 anos, degolado na terça-feira de 26 de julho de 2016, por dois extremistas no altar de um templo cristão, era um homem bondoso, que não pretendia se aposentar tão cedo.

“Era um homem bom”, dizem todos que o conheceram na paróquia de Saint-Etienne-du-Rouvray, uma pequena localidade do noroeste da França.

Nascido em 1930, em Darnétal, uma pequena cidade perto de Rouen (noroeste), o padre Hamel celebrou em 2008 seu jubileu de ouro por seus 50 anos de sacerdócio e não pensava em se “aposentar”.

Baixa estatura, rosto magro e olhos penetrantes, era o padre auxiliar da igreja de Saint-Etienne-du-Rouvray. Seu dinamismo e seu trabalho em apoio ao padre congolês Auguste Moanda Phati, o sacerdote da paróquia, era mais que bem-vindo em um país que sofre, como muitos outros, de um problema de escassez de sacerdotes.

Em sua paróquia, sua principal meta: amar a Deus e a Igreja de Cristo, celebrar o sacrifício de Cristo na Santa Missa e realizar as funções sacerdotais com zelo. No mês passado, escreveu uma mensagem na publicação da paróquia na qual evocou os conflitos mundiais.

“Nestes momentos, devemos ouvir o convite de Deus e cuidar de nosso mundo, fazer deste lugar em que vivemos um mundo mais caloroso, mais humano, mais fraternal”, afirmou no texto.

Danielle, uma freira presente na sacra paróquia, no momento do ataque, disse que o sacerdote Hamel, usando um hábito branco, “tentou se defender quando os extremistas o esfaquearam no pescoço e no tórax”.

Muitos dos cerca de 30.000 habitantes de Saint-Étienne-du-Rouvray conheciam o padre Hamel, que realizava os batismos, comunhões eucarísticas, assistia nas realizações matrimônioais e enterros.

Recebia os fiéis no presbitério, uma casa de dois andares perto da prefeitura, com um pátio interno e uma garagem para abrigar seu velho Renault 19, que ele ainda dirigia.

“Foi ali que fiz meu catecismo e minha preparação para o matrimônio”, conta Arnaud Paris, de 44 anos, oriundo da cidade. “Também se ocupou da educação religiosa de minhas duas filhas até sua comunhão eucarística”.

“Era muito bom, mas também era severo, não se podia contradizê-lo”, comentou ainda.

Além de seu papel religioso, era, para muitos, um confidente, um amigo nos dias bons e dias ruins.

“Ia vê-lo muito. Ele me ajudou durante minha quimioterapia e depois de ter perdido meu marido”, diz Martine B., outra moradora, que não quis ter o sobrenome revelado.

Em sua diocese, entre seus pares, o padre Hamel também era muito querido.

“Era um homem apaixonado pelo que fazia. Surpreendia todo mundo com seu dinamismo”, comenta o vigário-geral da diocese, Philippe Maheut.

Para Alexandre Joly, jovem sacerdote de uma cidade vizinha, o padre Hamel era simplesmente “um homem bom”.

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Christo Nihil Praeponere!

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